Ah! Sim. Eu erro.
Nem sempre acerto.
Não que eu queira
Simplesmente errar.
Estava tentando acertar.
(...)
Luna Alcântara.
quarta-feira, 10 de março de 2010
segunda-feira, 8 de março de 2010
Sou um ser caminhante...

Sou confiante.
E sou insegura...
Às vezes sou insignificante
E ao mesmo tempo muito importante.
Sou um ser caminhante...
Em busca da felicidade.
Um ser confuso.
Que perdeu a noção do que é verdade.
Vivo na esperança de encontrar algo novo.
Algo que me surpreenda.
Vivo com sede de conhecimento...
Sede do saber.
Apenas vivo...
Novos amores, novas amizades...
O que esperamos dessa vida
Resume-se em nossas expectativas.
A cada lagrima que se é derramada
Um sorriso de alivio...
A cada sentimento de tristeza e desanimo
Um sentimento de alegria e conquista.
E no final...
Restam-se apenas lembranças.
Apenas historias que serão contadas e recontadas...
domingo, 7 de março de 2010
Um vazio dentro de mim.

Meu coração vai molemente dentro do táxi, talvez eu nunca mais o veja. Isso me faz pensar no que realmente tem importância no final das contas. Aquele fora o adeus mais doloroso que eu já passara. O amor dói tanto, mas é tão bom. As coisas aconteceram, na minha frente, e eu não conseguir evitar, eu não tinha o controle.
Talvez esta seja a historia de amor mais marcante de minha curta jornada, momentos que serão para sempre especiais, mas serão sempre distantes de minha realidade. Momentos que nunca mais voltarão.
E pouco a pouco as lembranças vão invadindo a minha mente, como a luz invade o céu ao raiar do sol. Antes escondidas em algum lugar dentro de mim, agora faziam parte do meu pensamento, inevitavelmente, lagrimas nasceram em meus olhos, e foram deslizando sobre meu rosto. Aquilo doía tanto, parecia o fim, não tinha mais expectativas, esperanças. Ele fazia parte do meu cotidiano, o vazio que ele havia deixado era enorme, um buraco profundo, que precisava ser rapidamente fechado.
De repente, não conseguia mais ver a luz do taxi que se movia rapidamente para longe de mim. Ela finalmente saiu de minha visão, deixando para trás toda a esperança de um reencontro momentâneo, aqueles que só acontecem em filmes de amor, os que nos iludem com acontecimentos encantadores, jamais presenciados na cruel vida real. Então, me virei e fui para casa, deixando para traz tudo que um dia fora a razão do meu viver.
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